Não à guerra

Não à guerra(Este texto foi escrito e publicado antes da guerra no Iraque em 2003).

“Temos de aprender a viver juntos como irmãos ou perecemos juntos como loucos”.

Esta frase, atribuída a Martin Luther King Jr., parece ser uma verdade cada vez mais concreta aos olhos do bom senso dos que vêem a vida humana no planeta como a de uma única comunidade que está em crise.

Que interesses seriam capazes de se opor à necessidade de paz que cresce na consciência humana? Nacionalista, econômico, político, ideológico, religioso, narcisista?

Cremos na paz como a única bandeira capaz de manter a sobrevivência de nossa espécie. Cremos na paz como o único gesto capaz de unir a todos, dos dois hemisférios. Cremos na paz como o único antídoto à guerra.

Consideramos vital nesta hora em que se torna iminente um conflito armado entre nações, de conseqüências imprevisíveis para toda a Humanidade, que cada comunidade, cada Estado, cada País some aos seus, os interesses de todos os lados, e procure o caminho menos difícil, menos violento, menos destruidor, menos desumano, menos irracional.

É essa a nossa expectativa. Porque acreditamos no bom senso do homem, sobretudo nos dirigentes das nações. Acreditamos que o futuro de todos nós será a felicidade, espalhada por todos os recantos deste planeta.

Neste sentido, o Instituto de Intercâmbio do Pensamento Espírita de Pernambuco (IPEPE), vem a público expressar o seu repúdio a agressão ao direito fundamental do ser humano, que é o direito à vida, e se engajar aos Movimentos Nacionais e Internacionais pela Paz e Contra a Guerra, seja subscrevendo manifestos ou demonstrando o seu pensamento sobre as conseqüências funestas de um conflito desta natureza.

Colegiado do IPEPE

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