Adolescência, juventude e as modificações na subjetividade: retratos de um cenário contemporâneo

Adolescência e Juventude são conceitos muitas vezes confundidos ou, noutros momentos, tornados sinônimos, como se não implicassem conseqüências distintas para o emprego de um ou de outro. Assim, no cotidiano freqüentemente aparecem nos diálogos, nas conversações e mesmo na mídia impressa ou televisiva como representando o mesmo processo.

Se podemos definir adolescência, tal definição deve partir de uma constatação: a adolescência é um período de indecisão. Ou seja, a adolescência pode ser definida como um estado de indecisão. Uma indecisão na iminência de decidir, mas sem possuir ainda certeza; um estado de angústia, um estado turbulento; não é um estado pacífico, de status quo, pelo contrário, a adolescência fala de um adoecer, de um sofrimento pela iminente decisão que a sociedade lhe cobrará quando adentrar à fase adulta.

Ser adolescente, por outro lado, não pode ser algo definido universalmente por uma coordenada cronológica. A adolescência é uma construção cultural, engendrada a partir do final do século dezenove, quando a escolarização obrigatória é instituída por definitivo pelo Estado e pela aceleração do crescimento da indústria, que necessita cada vez mais de profissionais especializados, treinados para as diferentes funções nos mais variados setores da sociedade: têxtil, ferroviário, dentre outros. Assim, a sociedade estipula uma moratória social, um período entre a infância e a idade adulta em que o menino ou menina ainda não possui as responsabilidades da vida adulta, sejam sociais ou técnica e também já não se encontra mais na infância. A adolescência, pois, a fim de que exista, dependerá necessariamente deste espaço concedido, em que o mundo adulto espera para que meninos e meninas preparem-se para adentrar no mundo da lei. Na infância, pois, impera o faz de conta; na idade adulta, pelo contrário, o faz de conta não é mais possível. O período da adolescência é este espaço entre o faz de conta e a impossibilidade de fazer de conta: é um entre-lugar; não se é mais criança e não se é ainda um adulto.

Na infância, a criança está sujeita a uma lei particular, uma lei que somente ela tem de obedecer, e que foi formulada por seus pais. Se uma criança pergunta à mãe porque não pode ir à pracinha à noite, ela responde: “porque não, não me importa que o filho do vizinho possa; você não pode”. Ou seja, é uma lei particular, especialmente perfilada para ela.

O corpo, a puberdade e a hostilidade interna

O corpo do adolescente, por sua vez, é um corpo que demanda urgências, desejos até então inexistentes, um corpo que agride por estar ocorrendo um bombardeio psíquico da sexualidade, até então soterrada pelas primeiras repressões da infância.

A puberdade, pois, no mundo contemporâneo, tem caracterizado a entrada na adolescência, fazendo com que antigas identificações tenham de ser reformuladas pelo jovem. Por um lado, a identificação com os pais começa a perder as suas conexões, já que a lei da infância, a lei particular, começa a ser abandonada. De outro, a identificação com o corpo infantil também se desfaz, demandando uma nova representação do próprio corpo, algo nada pacífico. O adolescente, assim, necessita abandonar antigos laços e buscar a efetuação de outros, agora com a sociedade mais ampla, começando pelos colegas da escola.

A puberdade, dessa forma, a precipitar mudanças hormonais bruscas, faz da adolescência uma fase violenta para o jovem. Não é o adolescente que se faz violento, mas é a própria violência da adolescência a incidir sobre ele. Com tamanhas urgências psíquicas, corporais, a serem solucionadas, uma parcela dessa tensão deve ser canalizada para fora do sujeito, para que ele permaneça em equilíbrio e sobreviva às mudanças. Discussões com os pais, brigas com os irmãos, por conseguinte, fazem parte do cotidiano do adolescente. A discussão carregada de hostilidade auxilia a descarga de emoções tumultuadas, que ao serem exteriorizadas, proporcionam um acalmar das turbulências internas. Suportar os períodos de irritação, dar-se como adulto, como suporte e anteparo para as discussões, sem agressões verbais, mas através de um debate enérgico de idéias e opiniões é atitude saudável para com os adolescentes.

Contra-reagir com violência, de outra forma, não permitir as discussões, os posicionamentos contrários, fecha as portas para as vias de elaboração psicológica dos conflitos internos.

As discussões, por mais que pareçam brigas intencionais, têm sua gênese na conflituosidade interna do psiquismo, que sofre mudanças violentas, a se somarem com as cargas emocionais de outras vidas que também são integradas ao psiquismo para o progresso do sujeito – o que faz com que os pais tenham de ser compreensivos, acreditando que o jovem emergirá do processo da adolescência com êxito, tal como eles também emergiram um dia.

A adolescência, vale ressaltar novamente, consiste em um período delimitado culturalmente. Onde o tornar-se adulto se faz precocemente, já com a assunção de responsabilidades como o casamento e o trabalho, não há adolescência. Se há trabalho, de fato, a adolescência já não existe com um espaço de moratória social, onde as contingências da vida adulta ainda não ocorrem.

Ser jovem, por sua vez, engloba a adolescência, mas não se encerra com ela. A definição de juventude é sempre arbitrária e sujeita a alterações por contingências históricas, sociais, políticas, culturais. A sociologia e a antropologia social brasileiras, por definição, apresentam a juventude como o período que vai dos 15 aos 24 anos de idade.

Dessa forma, o jovem pode ser um “jovem adolescente” ou um jovem que já saiu da adolescência, dependendo da presença ou não do trabalho e do casamento, por exemplo, que já simbolizam a saída de um estado de indecisão, ou seja, retirando o jovem do processo da adolescência.

Cultura do risco, bioidentidades e as transformações na subjetividade juvenil

No mundo contemporâneo, forma-se progressivamente em nível local e global uma “cultura do risco”. Uma série de especialistas dispostos a enquadrar os sujeitos nos novos parâmetros de normalidade e saúde. Se, por um lado, no final do século XIX o tabu social estava depositado sobre a sexualidade, em nossos dias esse tabu se transferiu para o medo do açúcar, das calorias, para as taxas de colesterol. Toda uma série de produtos para se perder peso, seguidos do estigma social de determinados grupos, como os gordinhos, os sedentários, os fora de forma, e todos aqueles que se apresentam fora do padrão corporal arbitrariamente estipulado.

A cultura do risco produz sujeitos disciplinados e bem orientados a fugirem e evitarem toda e qualquer prática comportamental que leve ao ganho de peso, ao aumento de glicose no sangue, que afastem o indivíduo da boa forma. O corpo, por conseguinte, passa a assumir um lugar de centralidade na cultura contemporânea, o que implica uma mudança no processo de subjetivação dos indivíduos.

Essa alteração responde pelo deslocamento da formação de uma identidade interiorizada na juventude para uma “bioidentidade”, ou seja, o self passa a ser representado pelo próprio corpo, e não mais pelas atitudes e disposições internas.

Se no final do século XIX e início do século XX, a identidade era formada e representada pelas condutas morais, pelos valores cultivados, pelos projetos de vida elaborados por homens e mulheres, hoje, contudo, a identidade se tornou somática, uma bioidentidade, como afirma o filósofo Francisco Ortega, o que reduz o self, que até então era algo interno, à mera aparência corporal: somos aquilo que aparentamos.

Os projetos de vida de longo prazo são substituídos, neste processo, pelos projetos das academias de ginástica, pelos quilos a serem perdidos, custe o que custar. A busca de um ideal profissional ou artístico é agora substituída pela busca do corpo ideal; a busca do bem comum se transmuta na busca simplória de se hipertrofiar os músculos.

Instabilidade dos laços sociais: entre o futuro vago e o presente efêmero

Mas não nos enganemos: essa cultura do risco, das bioidentidades, acelera o processo já em curso de debilitamento dos laços sociais. Se na década de cinqüenta a juventude assemelhava-se a uma cidade com várias estações, cada uma com destinos pré-determinados por trilhos sólidos; se no início dos anos oitenta essas estações já não eram pré-determinadas, mas o jovem se assemelhava a um motorista de automóvel, a escolher entre as diferentes estradas disponíveis; hoje, nos nossos dias, os jovens sentem os trilhos e as estradas desaparecerem sob seus pés. Esses trilhos já não existem mais, as estradas foram interditadas – outras, viraram ruínas. Não conseguem, pois, planejar o futuro e, se elaboram projetos, estes são de curto prazo, efêmeros, instantâneos. Já que as instituições sociais não oferecem mais segurança; já que o mercado de trabalho é incerto e vago; já que o mundo adulto não mostra mais as direções possíveis, pensa a juventude, “o melhor é viver o momento, fruir o máximo enquanto este prazer ainda não se desfaz como tudo ao meu redor, enquanto o presente não escapa de minhas mãos”.

Em um mundo onde a capacidade de julgar os fatos e de se posicionar diante dos acontecimentos foram abandonados pelos adultos, como se tudo fosse aleatório, como se o insucesso ou o êxito fossem fruto de um mero fatalismo, a juventude refugia-se desse mundo caótico deixado pelos adultos nos esportes radicais, na grafitagem, no cyberespaço. Se este mundo apresenta-se desregulado, fluido, passam então a tentar controlar outros mundos, como o universo da informática. Já que, como jogadores, como protagonistas, podem assim controlar as variáveis, digitar as senhas corretas, alcançar um êxito que no mundo concreto do dia-a-dia já na parece possível. Dessa forma, milhares de jovens ficam horas e mais horas na frente dos computadores, dos jogos eletrônicos intermináveis, literalmente em outros mundos, onde sentem ter o controle dos acontecimentos.

Quando não são os jogos, são os fãs-clubes, com suas carteirinhas, jornaizinhos, onde compartilham a admiração por um ídolo, ou as agremiações de colégio, torcidas organizadas de futebol o refúgio para um sentimento de insegurança. Esses grupos fornecem uma identidade provisória, temporária, e o jovem vê reforçadas suas escolhas ao compartilhar com seus pares os mesmos gostos, os mesmos interesses.

Piercing, tatuagens e implantes: as modificações corporais

Na sociedade contemporânea, porém, na qual os valores internos são substituídos pela aparência externa; em que o ser se transmutou em ter e parecer, um fenômeno se faz significativo e que hoje incide sobre a juventude: as modificações corporais.

Por modificações corporais respondem todo e qualquer tipo de alteração do corpo, tais como próteses internas, modificações cirúrgicas de órgãos, tatuagens, piercing, anorexia, jejuns, implantes subcutâneos de silicone sólido, dentre outros.

Para nossa análise da juventude, contudo, nos concentraremos apenas nas tatuagens, piercings, implantes subcutâneos e toda e qualquer forma de marca corporal. Isto porque a marca corporal responde por um déficit identitário; na falta de outras fontes de simbolização das mudanças que o jovem e adolescente vivem, o corpo se torna o palco de representação deles. Se o self não é visto mais como algo interno, mas como mera aparência, os adolescentes sentem-se expostos, completamente “nus” diante o olhar do outro. A fim de esconderem-se do olhar do outro vêem então uma única saída: igualar-se; transformar o corpo naquilo que já é esperado por todos e, dessa forma, tentar ficar invisível, criando uma segurança provisória.

Na cultura somática em que vivemos, dessa forma, modelar o corpo não tem como gênese a busca de saúde, como muitos afirmam, mas a busca de segurança psicológica, de igualar-se à norma, ao já instituído, escapando assim de ser diferente, de ser visto, de estar sujeito à crítica. Da mesma forma como a cultura do risco produz essa busca de homogeneização dos corpos, vês-se hoje que as tatuagens e os piercings, bem como os implantes subcutâneos respondem por outra lógica.

Se a juventude não possui mais a interioridade para simbolizar as mudanças subjetivas, os acontecimentos da vida; se não sente como outrora a segurança perante um mundo que se modifica a cada dia, sem cartas de aviso, sem que o sujeito consiga se adaptar suficientemente às sucessivas novidades, que não possibilita prever ou planejar o futuro, os jovens então buscam a permanência das coisas na marca corporal.

Valores, acontecimentos, relações afetivas são simbolizadas nas tatuagens, já que o self se transformou no próprio corpo. Esses jovens contam as histórias de suas tatuagens como se fosse a história da própria vida que possuem, e como não conseguem mais viver os acontecimentos de forma subjetiva, as tatuagens são progressivas e sem limites, pois o sujeito passa a se construir e se sentir singular, diferente dos demais, com existência própria, somente a partir da marca corporal.

O piercing e os implantes subcutâneos, por sua vez, provocam dor, e os locais de aplicação são variados e também progressivos. A dor proporciona a sensação ao jovem de que ele existe, de que sua vida não é uma ilusão, uma abstração – proporciona a sensação concreta de que ele ou ela são reais. Transmite a esses jovens e adolescentes, pois, a idéia de permanência e, tão logo a dor de um piercing tenha cessado, outro se fará necessário, como a garantir a própria existência do sujeito, como nos esclarece o filósofo Francisco Ortega.

As tatuagens, os piercings e os implantes subcutâneos formam então uma “capa protetora” que defende o jovem de um mundo instável, onde não há valores defendidos como corretos, onde os vínculos familiares se dissolveram e onde o futuro parece não existir.

Uma profilaxia possível: o tecido simbólico dos pais e a confiança básica na existência

Diante do quadro esboçado até aqui, o qual apresenta um breve esboço da situação atual da adolescência e juventude contemporâneas, resta-nos fazer alguns apontamentos no sentido de indicar alguns caminhos possíveis elaborados por nobres pesquisadores do psiquismo humano, e que, se não são a solução para todos os problemas juvenis, auxiliam de forma eficaz a prevenção de muitos deles.

Quando há constância afetiva, quando há valores abertamente defendidos; quando há relações sólidas dentro da família, com um estilo de vida perceptível, com parâmetros existenciais para o certo e o errado, o que é bom e o que deve ser evitado, forma-se segundo o filósofo inglês Antony Giddens, durante a infância, uma película simbólica que envolve a criança e lhe protege dos perigos potenciais. Uma película tecida de valores, de regras, de premissas morais, de constância dos cuidadores a envolver o mundo da criança, que vai tecendo uma malha consistente e que, mais tarde, será mais sólida para resistir ao ataque da cultura contemporânea desregulada, onde tudo vale, tudo pode, na qual absolutamente tudo se faz possível em termos de comportamentos sociais.

Quando esse tecido psíquico é bem trabalhado pelos cuidadores, forma-se uma sensação psicológica que permanecerá durante toda a vida do indivíduo, e que fora denominada pelo psicanalista alemão Erik Erikson de “confiança básica” na existência. Todos os enfrentamentos então se tornam possíveis, desde os primeiros passos, na primeira infância, até a superação das adversidades profissionais, dos desafios que a vida vai apresentando sucessivamente.

O contato com os diferentes estilos de vida contemporâneos também se faz com sucesso, pois se formou o que Anthony Giddens chama de um “casulo protetor” em torno da pessoa, uma sensação interna que lhe dá a certeza de que ela pode enfrentar as adversidades, sem que se apresente frágil, vulnerável diante dos demais e dos perigos potenciais que toda vida possui. Um casulo que lhe dá ainda a segurança para confiar nos outros, para confrontar-se com opiniões diferentes.

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Muitas dificuldades se fazem sobre os pais quando os filhos passam pela adolescência, bem o sabemos. Brigas, incompreensões, agressões verbais que os pais não sabem, muitas vezes, de onde vêm.

Tudo isso, contudo, possui um sentido, e este tem sua origem na própria adolescência, período turbulento, como vimos, conflituoso por definição, e de perdas significativas para a criança que foi expulsa do faz de conta da infância – somando-se o fato de o espírito se ver a experimentar traços psicológicos somados a emoções hostis que até então desconhecia em si próprio.

Os pais para seus filhos, durante a adolescência e a juventude, portanto, são como o mapa para o viajante que atravessa um deserto. As aves negras se aproximam, como a prenunciar a queda daquele que parece perdido, mas este, ao percebê-los, pega seu mapa novamente, a fim de chegar a sua terra prometida, às suas metas, aos seus sonhos, aos seus propósitos para esta existência, e a sua jornada não é interrompida pelas tempestades de areia, pelas ameaças do percurso, porque ele tem um mapa em mãos, um mapa que se transformou em roteiro interior, para ser acessado em qualquer momento da vida. Um roteiro seguro construído e tecido durante a infância, e perpetuado pela adolescência e juventude – tornando, pois, para os jovens viajantes imersos na cultura contemporânea qualquer outra de suas ofertas menos atraentes e ineficazes.

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– Adriano Oliveira (RS)
E-mail: psic.adriano_oliveira@yahoo.com.br

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